domingo, 5 de abril de 2009


Futuro, a recompensa.

Século XXI, o homem sente o reflexo de sua arrogância, ganância e irresponsabilidade. No momento em que suas atitudes finalmente condizem com seus pensamentos e sua prepotência da lugar ao medo. Mas que medo é esse?
O simples toque de uma sirene, o soar de alarmes ou o sinal de alerta na televisão podem trazer a confirmação dos efeitos catastróficos causados pelo uso exacerbado e irresponsável dos recursos naturais e pelo consumo exagerado de combustíveis fósseis que, por sua vez, liberam gases nocivos a natureza. Essa confirmação só deixa evidente o medo que o homem contemporâneo sente de seu futuro em ralação a sua convivência harmônica com o meio ambiente, pelo simples fato de saber que é inevitável escapar das conseqüências de seu consumismo e que com uma sociedade cada vez mais hipócrita e promiscua, a humanidade tem sua existência cada vez mais ameaçada.
O temor e a incerteza da não garantiam de nossa existência aflige também as grandes potências que “tentam”, sem grande sucesso, mudar o hábito capitalista do consumo sem limites. Sua ineficácia pode ser comprovada no aumento significativo da produção e venda de automóveis movidos a combustíveis fósseis, tendo disponível o uso de transporte público como metros, ônibus e a própria bicicleta, alem dos veículos movidos a bicombustíveis.
Portanto, pode-se afirmar que o futuro da humanidade é incerto devido ao mau uso dos recursos naturais, ao consumo exagerado de combustíveis fósseis e ao estilo consumista de se viver. E, com isso, dizer que o medo do futuro é uma realidade mais próxima do que se imagina.

Marcelo Henrique

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